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"Com base em nossas novas descobertas, a cerveja deve ser adicionada à lista de bebidas com componentes potencialmente anti-inflamatórios, mas nossas descobertas não devem ser entendidas como um incentivo ao consumo de álcool", disse o pesquisador principal Dietmar Fuchs, da Innsbruck Medical. Universidade.

O estudo, publicado na revista International Immunopharmacology (Vol. 6, pp. 390-395), estuda os efeitos de diferentes extratos de cerveja, incluindo cerveja light, cerveja de trigo e cerveja não alcoólica, na produção de neopterina (um marcador para inflamação) e níveis de triptofano (os níveis baixos de hormônio estão associados a mais inflamação).

Os cientistas usaram células mononucleares do sangue periférico (PBMC) isoladas de células do sangue total. A inflamação foi estimulada usando fito-hemaglutinina (PHA).

"Descobriu-se que a cerveja suprimia a degradação do tripofano e a produção de neopterina no PMBC estimulada com PHA", escreveram Fuchs e sua equipe.

Os resultados mostraram que o tipo de cerveja não era importante e que uma solução de quatro por cento poderia reduzir a produção de neopterina em 65 por cento.

Os autores não conseguiram identificar as espécies 'ativas' na cerveja, apontando que a cerveja contém quase todas as vitaminas B, vários minerais como potássio e magnésio e vários antioxidantes como polifenóis.

"Humulona e isohumulona, ​​as substâncias amargas derivadas do lúpulo, podem ser de particular importância para os efeitos induzidos em nosso sistema in vitro", sugeriram os cientistas.

Os cientistas foram muito cuidadosos em apontar que os efeitos da cerveja não foram afetados pelo teor de álcool, uma vez que o extrato de cerveja não alcoólica teve um desempenho tão bom quanto as alternativas ao álcool.